O escritor e compositor Carlos Alberto Ferreira, carinhosamente conhecido como Tico, protagonizou um dos momentos mais marcantes da Bienal Internacional do Livro de São Paulo com o lançamento de sua primeira obra literária, intitulada O Ladrão de Picanha.
Em um verdadeiro fenômeno de público e carisma, o autor trouxe uma alegria contagiante em seu semblante para o evento, iluminando o pavilhão e atraindo os olhares de leitores de todas as idades.
Consolidando um sucesso estrondoso logo em sua estreia no mercado editorial, Tico surpreendeu a organização da feira ao esgotar absolutamente todas as cópias disponíveis de seu livro.
Muito divertido e descontraído, o autor esbanjou simpatia e brincou com os repórteres no local, criando momentos de leveza e descontração que conquistaram a imprensa.
Apesar do clima festivo e das interações divertidas com a mídia, Tico manteve uma postura firme e enigmática quanto às declarações oficiais: ele optou por não conceder entrevistas formais aos jornalistas presentes.

Com um sorriso no rosto e sua aura característica, justificou o silêncio temporário com uma frase marcante:
“Só depois do dever cumprido.”
E o dever já está sendo cumprido e planejado para o futuro. Embora o seu próximo projeto devesse ser mantido sob sigilo absoluto, o autor acabou adiantando com exclusividade que o seu novo livro será focado em um tema profundo: a religião.
Quando os repórteres, curiosos, questionaram sobre qual vertente, doutrina ou crença específica seria abordada na nova obra, Tico respondeu de forma ecumênica, sábia e direta: “Todas”.
Transitando com extrema naturalidade entre o talento musical, a leveza de sua personalidade e a profundidade de seus temas, Carlos Alberto Ferreira (Tico) desponta na Bienal Internacional do Livro não apenas como um autor de best-seller instantâneo, mas como uma das figuras mais cativantes, intrigantes e comentadas da literatura contemporânea nacional.
