Entre Los Angeles e o litoral paulista: Kael estreia álbum musical desenhado para o Carnaval

Superstar apresenta três faixas que narram a liberdade do corpo; lançamento acontece dia 5 de fevereiro

Música é imagem em movimento. Para o artista Kael, essa máxima não é apenas um conceito, mas a base de sua construção artística. Kael chega ao mercado fonográfico no dia 5 de fevereiro com o trabalho autoral “Bora?”. Lançado estrategicamente às vésperas do Carnaval 2026, o projeto audiovisual robusto une o grave das ruas brasileiras à precisão técnica de quem já se apresentou nos do mundo.

Sob a tutela criativa da premiada compositora Tállia — mente por trás de grandes sucessos e com mais de 100 obras lançadas —, amplamente reconhecida no mercado por colaborações com ícones como Anitta, IZA e Pabllo Vittar, traz como grande destaque de seu currículo o fenômeno “Favela Chegou” (Ludmilla e Anitta). Sobre a parceria com Kael, a compositora não poupa elogios:

“O Kael é um artista de uma sagacidade rara. Ele entende o palco e o movimento de um jeito que poucos conseguem imprimir na voz. Compusemos essas faixas juntos e o resultado é a cara do Carnaval: vibrante, livre e viciante. Estou muito feliz em ver esse talento transbordar para a música com tanta entrega”, destaca Tállia.

Foto: Cecilia Gidali

O ritmo que é a cara do carnaval

O EP é estruturado como uma jornada em três atos, onde cada música ocupa um território específico da noite e do dia:

“Bora?”: A faixa-manifesto. Com uma sonoridade solar e expansiva, a música convida ao movimento imediato. É o ponto de encontro entre o “pop chic” e a energia dos blocos, desenhada para ser o hino de libertação do Carnaval. Aqui, a performance vocal de Kael revela a segurança de quem domina o palco há mais de uma década.

“Latinha”: Onde o ritmo se torna sensorial. A música brinca com as texturas do verão — o gelo, o metal, o suor. É um funk cadenciado, elegante e viciante, que foca na sensualidade do “corpo presente”. A composição de Tállia brilha ao criar um refrão que gruda na memória como a maresia na pele.

“Brazilians Do It Better”: O fecho de ouro do projeto. É uma exaltação de quem conhece o mundo, mas escolheu o Brasil como sua casa. A música funde elementos eletrônicos globais com o batidão genuíno, reafirmando que a competência artística nacional é imbatível. É o olhar de Kael, o artista internacional, o superstar brasileiro.

“Minha música é um abraço ao Brasil e à cultura do nosso litoral. É sobre se libertar e ser feliz através do movimento”, afirma o artista.

Com esse lançamento, Kael prova que a distância entre Santos e Hollywood é menor do que se imagina quando existe talento, técnica e uma batida perfeita para guiar o caminho.

Fotos: Cecilia Gidali

Quem é Kael?

Desde criança em Santos, o ritmo já estava lá, mas a história de Kael — artista, a cara dessa nova era do pop brasileiro e dos virais — precisou de um passaporte carimbado para se encontrar. Criado em Los Angeles desde os 16 anos, ele é um mix de mundos: tem a técnica de quem viveu a cena gringa, mas nunca tirou do ouvido o funk que ouvia com a irmã no litoral paulista. Mais do que novos ares na carreira, lançar esse som é um resgate; é o Rodrigo Varandas realizando um sonho de infância que ficou guardado enquanto ele brilhava lá fora.

Aos 16 anos ele foi para os Estados Unidos em busca de uma formação profissional no meio artístico. Hoje, tem Bacharel em Belas Artes e um  um currículo que atravessa fronteiras e linguagens, o artista acumulou o nome nos créditos de produções de peso global. No teatro, soma mais de 30 espetáculos, incluindo papéis icônicos como Marius em Les Misérables, Bernardo em West Side Story.

Com presença na série Grey’s Anatomy (ABC), em campanhas publicitárias mundiais para a Netflix, Uber, Spotify, Universal Studios e muito mais. Além da atuação física, o artista também emprestou sua voz a diversos projetos na Netflix,  dublagem para novelas sul-americanas e séries mundiais, ele sentiu que era hora de voltar para casa e transformar sua história em hit. Para o artista, esse retorno ao Brasil é também um grito de quem sentiu na pele o que é ser imigrante latino e no exterior.

Agora, como Kael, ele liberta aquele menino de cinco anos que só queria cantar e dançar:  Para ele, o EP é um manifesto de sobrevivência e alegria:

“Minha música é um convite para a liberdade. É sobre se libertar, ser feliz e celebrar quem somos, apesar de todas as dificuldades”. Defende.

Assessoria de Imprensa: Juliana Portella, Tel: (21) 982009208

E-mail: julianaportellas@gmail.com

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